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Especial Dia das Mulheres: 5 mulheres que marcam presença no comércio eletrônico

Lugar de mulher é... no mundo dos negócios, claro! Foi por essa causa (entre tantas outras) que, no século passado, nossas antepassadas foram às ruas exigir direitos iguais.

E hoje vivemos em uma realidade bem mais favorável que a de 50 anos atrás. Nem tudo são flores: no Brasil, as mulheres têm um salário de 73% do total recebido pelos homens, segundo resultados da Pnad 2012 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

Mas a porcentagem de trabalhadoras no mercado vem crescendo. Em 2012, o número de mulheres com carteira assinada cresceu quase 6% em relação a 2011.

No ramo do empreendedorismo, os números também são animadores. De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, mais de 30% de micro e pequenas empresas são comandadas por mulheres. E quando o assunto é a participação em novos negócios, elas quase atingem a marca de 50%.

Para comemorar o dia delas, conheça quatro histórias de empreendedoras que estão se aventurando no comércio eletrônico.

Quem sabe essa não é a inspiração de que você precisava para acreditar e investir na sua loja virtual?

Alana Lourenço e Carolina Lima – Prapreta

No começo de 2012, as duas amigas notaram que faltava, na internet, uma loja especializada em produtos de beleza para mulheres negras. Durante mais de um ano, elas amadureceram a ideia, estudaram o mercado e planejaram o negócio.

Quando o projeto estava maduro, em agosto de 2013,a dupla colocou no ar o site Prapreta, e-commerce especializado em cosméticos para mulheres negras.

Para o pontapé inicial, as sócias investiram 30 mil reais, sendo que parte da verba foi recurso próprio, e outra parte veio de empréstimo do Banco do Povo.

“Nossa projeção inicial é ter o retorno do valor investido em um ano”, conta Alana.

Para que a loja atraia clientes, e consequentemente elas alcancem o objetivo de faturamento, as empresárias fizeram cursos sobre os produtos que oferecem, e buscaram certificados de confiabilidade para o site.

“A segurança do ambiente virtual reflete em vendas” afirma a empreendedora.

Juliana Mader Duarte – Tricae

Com 29 anos, Juliana vive entre fraldas, brinquedos e roupinhas de tamanho 2. Mas isso não tem nada a ver com sua vida pessoal. Ela é cofundadora daTricae, e-commerce especializado em artigos infantis, criada em 2011.

Juliana e seu sócio, Wilson Firmino, contaram com uma “forcinha” de investidoras do mercado para fazer a marca decolar. Juntas, a Rocket Internet, Millicom e AB-Kinnevik injetaram 20 milhões na loja virtual.

Mas não pense que o aporte financeiro resolveu todos os problemas da empreendedora. Para ela, as dificuldades vão muito além, especialmente pelo fato de ser mulher.

“O mundo ainda é bastante machista e o fato de eu ser nova também torna mais difícil essa empreitada. Não é fácil conquistar a confiança de pessoas do mercado”, revela a empreendedora.

Para enfrentar essas dificuldades, sua dica é ser firme e ter segurança no que faz e fala.
“Sua postura e capacidade de demonstrar segurança e conhecimento são mais importantes do que o fato de você ser jovem ou mulher”, diz ela.

Camila Klein – Camila Klein

Para a designer tempo não é dinheiro, e sim luxo! É com esse glamour e feminilidade que ela toca a sua loja virtual de acessórios femininos.

Há mais de 10 anos no mercado com lojas físicas, a empresária decidiu investir no mundo virtual justamente por achar que quanto agilidade e rapidez no momento da compra trariam mais satisfação às clientes.

No entanto, ela toma o cuidado de não transformar essa facilidade em um atendimento robótico e sem graça.

“Nossas clientes recebem todo auxílio durante as compras, inclusive com acompanhamento por telefone. Elas recebem, também, os produtos embalados com o aroma do chá servido nas filiais físicas”, conta a empreendedora.

Katia Stocco – My Gloss

Sócia, diretora de criação e branding e estilista. Katia não ocupa apenas um, mas três cargos na loja de moda e acessórios.

A loja começou com um blog. No início eram só dicas e artigos de moda. A popularidade da página levou Kátia e seu sócio, Rodrigo, a investirem no mercado online, em 2009.

E, segundo eles, essa foi a decisão mais acertada que podiam ter. com o sucesso no e-commerce, eles fizeram o caminho inverso do trilhado pro muitos e abriram a primeira loja física em 2011, em Campo Grande (MS).

Hoje, a marca tem 23 lojas espalhadas pelo Brasil. Em 2013, ofaturamento da rede foi de 15 milhões de reais.

As cifras se devem ao bom controle financeiro que Kátia faz, desde o começo, da marca.

“Enxugar gastos é essencial. O controle dos custos da operação é fundamental para evitar grandes prejuízos”, conta a empresária.

 

E você, leitora, está pensando em empreender? Crie já sua loja no UOL HOST, quem sabe ela não se torna um caso de sucesso como os citados acima.