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Comércio eletrônico colaborativo: conheça essa tendência

A troca ou escambo é a forma mais remota de comércio praticada pela humanidade. Antes do surgimento da moeda, era assim que os bens e serviços passavam de uma mão à outra. Mas se engana quem acha que isso é coisa do passado. Trocar está cada vez mais na moda e hoje a prática acontece na internet.

O chamado comércio eletrônico colaborativo surgiu nos Estados Unidos, em meio à crise econômica. Na época, começaram a pipocar novas formas de negócio baseadas na troca e na cooperação, como clubes de aluguel de automóveis, bicicletas, brinquedos, artigos e acessórios de moda. Ficaram famosos, também, os serviços de troca e revenda de livros, DVDs, jogos e roupas.

Hoje, existem ainda os serviços que focam no estilo de vida colaborativo. Por exemplo, aplicativos de carona ou divisão de táxi. Todas essas modalidades fazem parte do comércio colaborativo.

Quer conhecer um pouco mais sobre essa tendência? Então veja algumas modalidades de sites baseados no modelo colaborativo. 

Troca rentável

A ideia aqui é que a troca de experiência seja o valor das negociações. Por exemplo, uma pessoa sabe falar muito bem inglês e precisa de um técnico em informática. Então, ela pode solicitar a ajuda do especialista, “pagando” com a tradução de algum texto, por exemplo.

Um exemplo é a rede social WinWe. Qualquer um pode cadastrar suas habilidades e usá-la como moeda de troca para utras habilidades de terceiros que possam ser de seu interesse.

Escambo de produtos

É tipo um espaço para trocar figurinha do álbum da Copa. Só que aqui, os itens a serem permutados podem ser os mais diversos. Desde um livro até uma bicicleta, por exemplo.

O site Tomaládacá trabalha com essa lógica. O usuário cadastra um produto que não quer mais (com foto e detalhes) e faz uma oferta, por exemplo: troco esse óculos por um celular. E então, é só esperar por interessados e propostas.

Marketplace

Mais conhecidos do público em geral, esses espaços não deixam de ser, também, uma forma de comércio eletrônico colaborativo. Nele, empreendedores se encontram com os clientes, divulgando (e vendendo) suas ofertas e produtos (novos ou usados).

Um exemplo é o site Enjoei, voltado para pessoas que querem vender roupas e sapatos que já não querem mais. Funciona mais ou menos como o Tomaládacá, só que aqui, os objetos têm valores cobrados em dinheiro e a plataforma fica com  um porcentual da transação.

Cliente vendedor

Outro modelo de negócio colaborativo é permitir que o consumidor também seja um vendedor da sua loja. Essa ideia foi colocada em prática pelo Magazine Luiza e deu supercerto nas redes sociais.

O usuário monta uma vitrine dentro do seu perfil no Facebook e pode vender qualquer produto da marca nesse espaço. Ele ainda recebe uma comissão pelas vendas realizadas.

 

O que achou da ideia? Colabore, você também, compartilhando sua opinião com a gente!