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Série Retrospectiva 2014: 6 gafes que movimentaram a internet em 2014

A série retrospectiva 2014 vai relembrar os fatos marcantes do ano para o comércio eletrônico e para o mundo digital. Nos textos, você irá acompanhar desde as ações mais bacanas de marketing que rolou em 2014, até as gafes cometidas por empresas nas redes sociais. Vamos relembrar, também, temas importantes para o mercado eletrônico, que foram pauta por aqui durante o ano. Esse é o quarto texto de uma série de 5. Leia, também, os primeiros textos:

Série Retrospectiva 2014 (Parte 1): O que rolou de melhor (e pior) no mundo digital em 2014

Série Retrospectiva 2014 (Parte 2): 8 ações de marketing digital que marcaram 2014

Série Retrospectiva 2014 (Parte 3): 10 fatos de 2014 que as marcas aproveitaram para movimentar as redes sociais

Sai ano, entra ano e não tem jeito, elas aparecem: as gafes! Um exagero ali, uma palavra mal colocada aqui, uma brincadeira exagerada e até mesmo uma reação não esperada do público.

Os motivos que podem levar ao #fail podem ser vários. Mas o resultado é sempre o mesmo: comentários negativos se espalhando pela web como rastros de pólvoras.

E nem adianta tentar apagar (como você irá ver em alguns casos abaixo), pois sempre tem alguém superconectado que viu antes, “printou” e divulgou. E aí, já era, “caiu na boca do povo”!

E, agora, você relembra aqui com a gente seis mancadas que marcaram 2014:

1 – Bom Negócio e a Joanna

Os classificados online BomNegocio.com divulgou uma foto de um casal, que supostamente teria realizado a compra de um carro com a ajuda do site. Mas, acontece que na verdade a Joanna, nome que o Bom Negócio deu a moça da foto, e seu marido são modelos do de um banco de imagens.

Quem apontou a gafe foi um usuário, na própria página do Facebook da empresa.

A história repercutiu tanto que virou até meme. E outras marcas aproveitaram a deixa para fazer piadas. A empresa especializada em marketing Quartel Digital fez um mapa resumindo a saga da Joanna e seu marido, segundo os memes que sucederam a gafe.

2 – Pizzaria Di Giorno e a campanha contra a violência doméstica

Após a suspensão do jogador da NFL, Ray Rice, por espancar sua esposa Janay Rice, e as críticas a mulher por ter permanecido tanto tempo calada ao lado do agressor, as usuárias do Twitter se uniram para compartilharem também suas histórias.

Utilizando a hashtag #WhyIStayed, em português, "por que eu fiquei", elas contaram os motivos pelos quais elas permaneceram por muito tempo em relações violentas.

A pizzaria Di Giorno resolveu embarcar na brincadeira da hashtag e dizer que o motivo por ter ficado é porque tinha pizza.

Após as críticas, a pizzaria se desculpou e disse que não sabia que a hashtag se tratava dessa campanha e deletou a mensagem.

3 – Avon e as cobranças femininas

O vídeo Quilinhos, da Avon, trazia a conversa de uma mulher com sua imagem no espelho. Entre broncas e elogios, a personagem discute os efeitos do exagero na comilança na noite anterior. O vídeo foi postado no Youtube e disseminado nas redes sociais, mas as meninas não gostaram muito da ideia. Muita gente disse que o vídeo era um “incentivo à paranoia feminina”. A Avon pediu desculpas e o vídeo foi tirado do ar.

4 – Sucos do Bem e Diletto na mira do Conar

O storytelling é uma excelente ferramenta para aproximar marcas dos consumidores. Mas, no último ano, ficou claro que eles não querem "blá, blá, blá" e sim histórias autênticas.

A polêmica começou com uma reportagem que mostrava que algumas informações contadas pelas fabricantes de sucos Do Bem e sorvetes Diletto, em suas propagandas, não eram exatamente verdadeiras.

A Diletto diz, por exemplo, que os picolés da marca nasceram com Vittorio Scabin, avô do fundador da marca, que fabricava sorvetes na Itália e veio para o Brasil fugindo da Segunda Guerra Mundial. O problema é que o tal “nonno” nunca existiu.

Já a Do Bem diz em suas embalagens que suas laranjas fresquinhas vêm da fazenda do senhor Francesco, do interior de São Paulo. Muitos consumidores se identificam com o lado "orgânico" e "familiar" da marca. Mas, na prática, a empresa compra suas frutas de gigantes como a Brasil Citrus, que também as fornece para várias outras concorrentes do ramo.

O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) foi acionado para investigar ambos os casos.

5 – Ponto Frio e o estupro dos pinguins

O Pinguim do Ponto Frio vira e mexe é elogiado por alguma ação bacana. Mas, dessa vez, ele também entrou na lista de gafes.

O perfil do Ponto Frio no Twitter aproveitou a repercussão da notícia sobre focas estuprando pinguins em ilha no Atlântico Sul para interagir com o Beach Park Dona Foca.

Mas os internautas não curtiram a postagem, alegando que o assunto é sério e não deve ser levado na brincadeira.

 6 – Farm e a Iemanjá branca

A loja de roupas Farm postou no Instagram uma foto com uma modelo branca vestida como Iemanjá. Muita gente considerou um absurdo a modelo não ser negra. Até o rapper Emicida apareceu para criticar.

A empresa se desculpou e mostrou imagens de um desfile que tinha feito só com modelos negras e inspirações africanas.

Calma, que a sessão nostalgia ainda não acabou! Confira ainda o último texto da série:

Série Retrospectiva 2014 (Parte 5): 5 fatos que movimentaram o e-commerce em 2014