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6 lojas virtuais que vendem (muito) também pelo Instagram

Veja como a rede social pode ajudar a impulsionar vendas

Você usa o Instagram como ferramenta de negócio da sua empresa? Se a sua resposta foi não, fique ligado, pois não dá mais para ignorar essa ferramenta no universo do e-commerce.

Segundo a consultoria Forrester, o Instagram tem taxa de engajamento de 4,21%, enquanto o Facebook, rede social já bastante difundida entre os empreendedores do mundo digital, marca apenas 0,08%. Surpreso? Pois é!

Ana Tex, consultora de marketing formada pela FGV e especialista nessa mídia, explica:“Esse engajamento é medido pelas interações nos posts, então isso faz com que o Instagram tenha um alcance muito maior”.

O Instagram é uma rede social que está crescendo muito no Brasil, e tem 29 milhões de usuários por aqui. “Essa é uma base de pessoas antenadas e conectadas que já compram pela internet e têm facilidade para compreender novas mídias”, conta Ana.

É claro que para que o uso da rede faça sentido e os resultados sejam os esperados, não dá para ter apenas uma conta para a marca e sair postando fotos sem estratégia alguma.

“O uso de fotos de qualidade, estratégias de geomarketing, hashtags adequadas para a marcação das fotos e também ações de relacionamento com clientes e formadores de opinião são essenciais”, aponta a especialista.

O Instagram é uma ótima ferramenta de apoio, mas não deixe ter a sua Loja VirtUOL. É rápido, fácil e barato

Quem coloca em prática esse conjunto de técnicas já está colhendo bons frutos e animado com os resultados que a plataforma traz para a marca. É o caso das seis lojas virtuais que você confere a seguir. Dê uma olhada:

Missy Baby

A administradora de empresas Priscila Bastos abriu a loja especializada em bebês quando ficou grávida e “mergulhou” nesse mundo da maternidade, apostando em produtos exclusivos e inovadores.

Entre os principais combustíveis para alavancar as vendas, sem precisar investir dinheiro em publicidade, está o uso do Instagram. No perfil da loja é possível encontrar, diariamente, os produtos mais vendidos, lançamentos e inovações do mercado para bebês.

“Comecei dando dicas sobre maternidade, pela plataforma, para atrair seguidores. Percebi que as pessoas eram carentes de informações e não costumavam pesquisar, gostavam de ver somente pela ferramenta. As perguntas surgiam nos comentários das fotos e vi, então, uma oportunidade de negócio despertando, por meio das fotos, o interesse do seguidor em adquirir certos produtos”,conta.

Hoje, suas táticas para aumentar as vendas vão desde selecionar produtos exclusivos para o Instagram até um atendimento personalizado pela rede social.

O faturamento anual da empresa é de 1 milhão de reais. “E 60% das vendas da loja são feitas via Instagram”, afirma a empresária.

A Missy Baby conta com mais de 8 mil clientes ativos, 55 mil seguidores no Instagram e 22 mil no Facebook.

Loja Mundo Geek

A loja virtual, que pertence aos sócios do site Omelete, vende produtos de cultura pop, como colecionáveis, camisetas, tapete, canecas, objetos de casa e decoração, entre outros.

Além disso, a marca é responsável pelas vendas e logística de entrega de mais de 80 mil credenciais para a Comic Con Experience, maior evento de cultura pop da América Latina.

Mas quando o assunto é venda no varejo, não há maior aliado para a empresa do que o Instagram. Os empreendedores usam a ferramenta para contextualizar os produtos, o que é muito importante nessa mídia digital.

“Em vez de postarmos uma foto promocional ou em fundo branco, ambientamos o produto. Se for um cortador de pizza, por exemplo, tiramos uma foto na cozinha. Um produto para casa, tiro foto na sala da minha casa e por aí vai”, conta Matheus Machado, CEO da loja.

Com essa estratégia, hoje a Loja Mundo Geek tem 20 mil seguidores no Instagram, fazendo uma operação de nicho.“Nossa forma de nos destacar foi ter uma rede mais pessoal e de bastidor mesmo, para que o cliente veja e se sinta parte. Com isso, a estimativa é que aproximadamente 5% das nossas vendas venham do Instagram”, afirma o empreendedor.

2goBag

Um mercado voltado para as marmitas. Isso mesmo, para as “quentinhas”! Esta é a ideia da 2goBag, empresa fundada em 2013 que vende os mais variados tipos de bolsa térmica para carregar marmitas.

Hoje, após dois anos e meio de existência, a empresa fatura, em média, 2 milhões de reais por ano, vendendo cerca de 18 mil bolsas nesse intervalo. Mas a história começou no mundo físico, a loja virtual veio depois, assim como os canais nas redes sociais.

“A mobilidade e o dinamismo, somados ao baixo custo de investimento, nos levou a optar pelo e-commerce. Pelas mesmas razões, optamos pela comunicação por meio das redes sociais. E o Instagram, em especial, revelou-se o canal mais adequado e eficiente para nós, por conta da agilidade da comunicação e da interatividade com o cliente”,avalia Gabi Vianna, sócia-proprietária da empresa.

Desta forma, a marca investe em criação de conteúdo e ações de marketing direcionadas para essa plataforma, que hoje é responsável por mais de 50% das vendas da marca.

“Por meio dos nossos posts procuramos promover a nossa cultura atrelada a um estilo de vida, e assim despertar o desejo de compra. É um trabalho de engajamento, relacionamento, criação de identificação com a marca e disseminação de cultura que vai além do simples consumo”, conta a empreendedora.

Carmensitas

Apaixonadas pelo Carnaval do Rio de Janeiro, as irmãs Andrea e Renata Jibrine criavam camisetas com frases e estampas divertidas para usarem durante a folia. As peças começaram a chamar a atenção dos foliões, e assim nasceu a loja virtual Carmensitas, em 2011.

E o Instagram sempre foi importante na estratégia da marca. “Começamos usando a rede social para a divulgação dos produtos, do lifestyle da marca, além dos nossos eventos. Então, passamos a notar o interesse das pessoas em comprar por meio da rede e decidimos utilizá-la também para vender”, conta Renata.

Hoje, a marca conta com mais de 31 mil seguidores no Instagram e, em 2014, faturou 800 mil reais. “E as nossas vendas por meio do Instagram são bastante significativas. Temos uma média de 60 mil vendas por mês, sendo 70% vindas de São Paulo, 7% do Rio de Janeiro e 6% de Minas Gerais”, revela a empresária.

Coisas de Casinha

A empresa, que é de Sorocaba, interior de São Paulo, vende produtos diferenciados para deixar a casa do consumidor bonita e descolada.

Com um pouco mais de um ano de mercado, a loja já tem clientela fiel e atende todo o Brasil. Sabe qual foi a grande impulsão para o crescimento? O Instagram!

“Passamos a usar a ferramenta quando decidimos expandir as vendas para nível nacional. Hoje ela representa a maior parte do nosso faturamento”, conta Taís Santana, responsável pela marca. 

O Instagram, que tem hoje mais de 17 mil seguidores da marca, é o primeiro e principal contato da loja Coisas de Casinha com os clientes, representando 80% das conversões feitas no mês. “Por isso, priorizamos as postagens frequentes, que devem ser interessantes e com o maior número possível de informações a respeito dos produtos que oferecemos”, diz.

Café Prejuízo

Ana Carolina Costa adotou o vira-lata Café em 2012. Quando filhote, o animal ficou muito doente e, por conta disso, ela precisou desembolsar bastante dinheiro em consultas, remédios e internações para que o cachorrinho melhorasse. Foi daí, inclusive, que surgiu o sobrenome Prejuízo para o cãozinho.

Depois de o Café melhorar, Ana decidiu criar um perfil no Instagram para o animal. Com linguagem informal e em primeira pessoa, o sucesso foi imediato, sendo que hoje o perfil já conta com mais de 31 mil seguidores.

Mas a estilista sempre teve dificuldade em achar roupas bonitas para os cachorrinhos (Café tem outros “irmãos”). Foi, então, que ela resolveu unir sua formação ao seu grande amor por seus “filhos”, fabricando os próprios produtos. Assim nasceu a loja virtual Café Prejuízo, que vende roupas e acessórios para cachorros.

O Instagram? Continua sendo a base principal para as vendas diárias. “Esse foi um processo natural, já que a lojinha veio bem depois que criamos o perfil. A rede social sempre foi nosso canal de maior divulgação, onde está concentrado o nosso maior número de seguidores”, conta Ana.

Atualmente, um terço das vendas da loja virtual vem de lá. E a estratégia para que a empresa continue crescendo é a mesma de quando o perfil servia só para a divulgação da causa. “A diferença é que agora usamos fotos do Café e do Django com os produtos. Mas as legendas engraçadas são sempre o maior incentivo para quem está consumindo”, avalia a dona da marca.

Repare que todas as marcas utilizam o Instagram como suporte para as vendas, não abrindo mão de ter, também, uma loja virtual. Por isso, se você ainda não tem a sua, crie já sua Loja VirtUOL.