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5 histórias de pessoas que deixaram seus (bons) empregos para empreender na internet

Está com medo de se arriscar? Então inspire-se nessas histórias!

Já pensou em empreender, mas desistiu quando pensou em largar seu atual emprego?

Pudera. Trocar a segurança e a estabilidade de um emprego garantido para se arriscar, começando um negócio do zero, pode assustar e levar muita gente a hesitar na hora de investir em seu próprio negócio.

Afinal, o caminho não é fácil e é necessário ter muita competência e persistência para vencer os desafios. Mas com os riscos podem vir os bons resultados!

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Seja pela realização profissional de investir em algo que tenha a ver com o seu perfil, pela independência na hora de administrar sua própria carreira e ser dono do próprio trabalho ou pelo retorno financeiro que aparece com o tempo, empreender pode valer muito a pena.

Este texto pode ser o empurrão que faltava. Confira as histórias de cinco empreendedores digitais que largaram seus empregos para investir nas suas ideias!

Ramon Setragni, sócio da Raro Labs

Depois de 31 anos trabalhando na mesma multinacional, como coordenador de uma equipe de tecnologia de alto desempenho, Ramon pediu demissão para começar uma nova caminhada.

“Eu sempre desejei construir soluções mais modernas, que realmente fizessem a diferença para pessoas e empresas, mas não possuía autonomia onde trabalhava”, conta o empreendedor.

Cansado de ver o seu sonho distante, Ramon decidiu ir atrás dele. Assim nasceu, em 2010, a Raro Labs, criada juntamente com Rodrigo Sol, antigo colega de trabalho de Ramon. A empresa trabalha com desenvolvimento de softwares para diferentes segmentos de negócios.

Mesmo com a ideia no ponto e o plano de empreender pronto, foi preciso ter persistência e coragem para se arriscar.

“Houve um pouco de insegurança de sair de um emprego estável, onde tinha um bom salário e outros benefícios financeiros, sem muito risco. No início não foi fácil projetar e atingir o faturamento que suportasse nossas despesas e ainda tirar algum rendimento, além da incerteza se novos negócios iriam surgir ao término dos que estavam ativos”, relembra.

Apesar dos obstáculos enfrentados no começo, hoje Ramon acredita que sair de seu emprego para empreender valeu a pena. A carteira de clientes teve um bom crescimento nos últimos dois anos: em 2013, a Raro Labs tinha dez clientes; hoje são mais de 50. A expectativa é que o faturamento da empresa, em 2015, seja 300% maior que o do ano passado.

Juliana Brêtas, CEO do Superela

Depois de três anos trabalhando com inteligência de mercado na Souza Cruz, empresa líder de mercado na indústria de tabaco, Juliana Brêtas decidiu tirar, literalmente, do papel algo que já vinha planejando havia tempos.

“Eu sempre quis empreender. Alguns anos antes de abrir a minha empresa, fiz cursos de empreendedorismo e MBA em Gestão Empresarial. Comecei a montar um plano de negócios, conversei com diversos empreendedores e pessoas do mercado.”

Foi, então, que em janeiro de 2014 ela lançou o Superela, um site dedicado ao público feminino com o objetivo principal de empoderar as mulheres.

“Além disso, graças às formas imediatas de acompanhar a performance, o modelo de negócio foi se ajustando conforme o feedback dos usuários, e hoje alcança mais de 520 mil visitantes mensais”, ressalta a empreendedora.

Hoje, o site conta com mais de 150 colunistas colaboradores e inclui, também, um clube que incentiva a interação e a participação dos usuários. A empresa conta com investimentos-anjo e o site é monetizado por meio de publicidade.

“Apesar de toda a insegurança que uma startup traz, sou completamente apaixonada pelo que faço, sei que estou transformando de vida de milhares de mulheres todos os dias, e isso não tem preço”, garante a empreendedora.

Pierre Mantovani, CEO do Omelete

Pierre Mantovani já tinha uma carreira de sucesso antes de decidir assumir a gestão do Omelete. No currículo do empreendedor está a posição de sócio do investment banking Group Argent, em Nova York, e a de presidente do Grupo Publicis, uma rede de agências de comunicação.

Fundado em 2000, por Mantovani e mais três amigos – Érico Borgo, Marcelo Forlani e Marcelo Hessel –, o Omelete é um dos mais populares sites brasileiros sobre cultura pop: o portal recebe cerca de 6 milhões de acessos mensalmente.

Além do próprio portal, o Grupo Omelete também é responsável por um canal no YouTube, pelo e-commerce Mundo Geek e pela criação do evento Comic Com Experience.

Mantovani conta que ele e os amigos eram aficionados por quadrinhos, cinema e música, e que a decisão de criar um negócio digital veio da sua paixão por esse universo.

Quando decidi assumir a gestão do site, percebi que quanto mais trabalhasse para engajar esse público e gerasse conteúdo, mais ganharíamos fãs. Para os verticais sobreviverem, depois de Facebook e Google, tivemos de mudar os modelos de negócios, validando o que somos, criando outras empresas e crescendo em todos os assets digitais, não só no site”, explica.

Em 2014, o faturamento do Grupo Omelete foi de 14 milhões de reais, valor que representa um crescimento de 200% em relação a 2013. Com a empresa em constante crescimento, o empreendedor aponta que ética, dedicação e foco em objetivos de médio e longo prazo são fundamentais para ter sucesso com seu próprio negócio.

Não adianta querer crescer rápido a qualquer custo. Antes crescer corretamente e estruturado do que passando pessoas para trás ou tirando vantagem de possíveis parceiros de longo prazo”, opina Mantovani.

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Vanessa Wander, CEO do eModa Showroom

Quando se mudou para o norte do Paraná, Vanessa Wander deixou para trás sua carreira como gerente comercial de um veículo de comunicação e começou a se aprofundar no setor de confecção.

Na nova área, Vanessa atuou como consultora de grandes marcas, realizando treinamentos para equipes de vendas e atendimento, além de ter coordenado duas edições do Estação Fashion Londrina e cinco edições do Paraná Fashion. Depois de 16 anos atuando nesse mercado, ela percebeu que havia espaço para empreender.

Eu acho que foi uma evolução de aprendizado que me fez entender que a tecnologia poderia ajudar o setor da moda a ser mais eficiente. A internet, na verdade, foi o meio que percebi para ajudar este setor. Com o crescimento e o amadurecimento da internet no setor B2C, era natural que o setor B2B se digitalizasse”, comenta Vanessa.

Assim surgiu o eModa Showroom, plataforma de e-commerce que funciona como um shopping online de atacado, focando em lojistas que desejam fazer compras para seus negócios sem precisar viajar.

Acredito que consegui aprender muito mais do que se estivesse ainda em um emprego. Apesar de ter muito mais riscos, consegui crescer mais como pessoa, ter mais possibilidades financeiras, e pude transitar por mundos que dificilmente teria acesso se não fosse pelo empreendedorismo”, assinala a empresária.

Atualmente, a empresa já trabalha com grandes marcas, como Iódice e Cavalera. A expectativa é fechar com 25 marcas e faturar 10 milhões até o ano 2016.

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Maurício Ricardo, criador do Charges.com.br

Cartunista desde os 17 anos, Maurício Ricardo contou que seus talentos sempre apontavam para o meio artístico. Mesmo quando chegou a trabalhar como executivo em um jornal, Maurício continuou produzindo charges.

Na época, ele lembra que estava passando por uma “crise dos trinta e poucos anos” e não tinha certeza se estava fazendo realmente o que tinha nascido para fazer. Foi nessa oportunidade que a internet apareceu. E, mesmo com um cargo estável e muitas tarefas a ser feitas, foi ali que o espírito empreendedor de Maurício enxergou uma nova oportunidade para seu trabalho como chargista.

Eu poderia ter me acomodado como executivo, mas tinha essa inquietação com relação ao destino e o que ele reservava para mim, achava que tinha de fazer o que me dava prazer. Por causa disso acabei sendo um dos pioneiros das charges animadas”, relembra.

No início, o projeto era muito pequeno. Maurício chegava em casa depois do expediente e, com equipamento próprio, começava a produzir as animações que ficaram famosas em grandes portais de notícias e na televisão.

No fim do ano 2000, aquele projeto paralelo já estava trazendo mais retorno financeiro do que o trabalho no jornal, e esse foi o empurrão que faltava para que o artista tomasse coragem e abandonasse o emprego exercido por mais de 11 anos. 

Hoje, aquele projeto “pós-expediente” tornou-se uma empresa consolidada no mercado, e Maurício tem uma equipe que trabalha com ele. Mas, segundo o empreendedor, foi apenas isso o que mudou. “Quando eu sento para fazer o meu trabalho, aquele ainda é meu momento, e é o momento em que me sinto satisfeito por ter apostado e ter acreditado”, finaliza.

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